Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marco Maciel (Marco Antônio de Oliveira Maciel) disputou 2 eleições entre 1998 e 2010, para senador e vice-presidente. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2010 para senador por PE, declarou R$ 4,2 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão de outros recursos do partido, R$ 245 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2,5 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 4,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,7 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 1,5 milhão) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 132 mil).
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 4,2 milhões em receitas · R$ 4,2 milhões em gastos contratados
Marco Maciel declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Pernambuco em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 4,2 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão de outros recursos do partido, R$ 245 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2,5 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 4,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,7 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 1,5 milhão).
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,7 milhão41,5%
Materiais impressosR$ 1,5 milhão35,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 132 mil3,2%
Serviços de terceirosR$ 119 mil2,9%
Outras 14 categoriasinclui R$ 482 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 694 mil16,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Presidente · 1998—GBR · 58 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 251 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PFL / PSDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.