Gold

Foto de Rubens Goldenberg
Gold
Rubens Goldenberg (nome civil)
7 eleições entre 1990 e 2026 · último partido PL
71 anos em 2026 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
Candidato a Deputado Federal · Rio Grande do Sul · Eleições 2026 · PL · nº 2217
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Gold (PL) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 839 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gold (Rubens Goldenberg) disputou 7 eleições entre 1990 e 2026, para deputado federal, senador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RS: 20.332 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 204 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 63 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 50 mil) e serviços advocatícios (R$ 48 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,7 milhão em 2022 e R$ 103 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

839 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Rubens Goldenberg em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 204 mil em receitas · R$ 204 mil em gastos contratados

Gold declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Rio Grande (RS) em 2008, senador por Rio Grande do Sul em 2014, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 204 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 63 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 50 mil); R$ 204 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1,7 milhão em gastos; em 2018, 67% dos R$ 103 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 204 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 204 milcontratados, parcial; R$ 204 mil pagos
Gastos em 2022R$ 1,7 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 204 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 204 mil
pago até agora: R$ 204 mil (100%)
  • Serviços contábeisR$ 63 mil30,9%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 50 mil24,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 48 mil23,4%
  • Materiais impressosR$ 39 mil19,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil2,0%
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
doações de pessoas
FEFC 90% · pessoas 4% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 616 mil36,2%
  • Materiais impressosR$ 391 mil23,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 235 mil13,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 90 mil5,3%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 557 lançados como "diversas a especificar" e R$ 169 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 369 mil21,7%
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 105 mil
doações de pessoas
pessoas 2% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 103 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 70 mil67,3%
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil15,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 13 mil12,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil5,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 1770,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
pessoas 83% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 176 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 108 mil61,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 45 mil25,6%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil6,8%
  • AlimentaçãoR$ 9 mil5,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil0,8%
2008Prefeito, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 196 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 44% · empresas 35% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 196 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 41 mil20,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 22 mil11,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil10,0%
  • Locação de imóveisR$ 18 mil9,4%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 457 lançados como "diversas a especificar"R$ 95 mil48,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892