- Combustíveis e lubrificantesR$ 16 mil22,5%
- Publicidade por adesivosR$ 14 mil19,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil18,0%
- PessoalR$ 9 mil12,3%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 20 mil27,7%

Fábio da Joana (Fabio Costa de Lima) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Cantá/RR, com 1.510 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Cantá/RR, declarou R$ 72 mil em receitas: R$ 38 mil do Fundo Partidário e R$ 34 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil), publicidade por adesivos (R$ 14 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil).
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Fábio da Joana declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cantá (RR) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 72 mil em receitas: R$ 38 mil do Fundo Partidário e R$ 34 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil) e publicidade por adesivos (R$ 14 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.