- Combustíveis e lubrificantesR$ 352100,0%
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Pistola (Rosinaldo Xavier) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Cuitegi/PB: 86 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Cuitegi/PB, declarou R$ 352 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 352, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 352).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rosinaldo Xavier em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pistola declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Cuitegi (PB) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 352 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 352, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 352).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Pistola não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2016, para vereador em Guarabira/PB, Pistola teve 15 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2008 para vereador em Cuitegi/PB, Pistola declarou R$ 352 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 352, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 352). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Pistola declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Cuitegi (PB) em 2008.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Pistola foi em 2004, para vereador em Cuitegi (PB): 86 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Pistola disputou 5 eleições, de 1996 a 2016: vereador em Cuitegi (PB) em 1996, 2000, 2004 e 2008; vereador em Guarabira (PB) em 2016. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Pistola concorreu pelo PFL em 1996 e 2000, pelo PL em 2004, pelo DEM em 2008 e pelo PR em 2016. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto