Wellington Salgado (Wellington Salgado de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2002 e 2010, para deputado federal e 1º suplente senador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: 1º suplente senador em 2002. Na campanha de 2010 para deputado federal por MG, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de empresas e R$ 2,4 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com pessoal (R$ 597 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 524 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 54 mil).
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Evolução da votação nas eleições
50.169 votos em 2010 · 2 eleições
A votação de Wellington Salgado de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
SenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 2,4 milhões em receitas · R$ 2,4 milhões em gastos contratados
Wellington Salgado declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Minas Gerais em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de empresas e R$ 2,4 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com pessoal (R$ 597 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 524 mil).
partido e outras campanhas menos de 1% · empresas menos de 1% · próprios 99%
Gasto contratado
R$ 2,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 597 mil24,4%
Materiais impressosR$ 524 mil21,4%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 54 mil2,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 50 mil2,0%
Outras 13 categoriasinclui R$ 511 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 600 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,2 milhão49,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
1º Suplente Senador · 2002ELEITO3.569.376GMG · 44 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PMDB · nº 150 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.