- Serviços de terceirosR$ 93 mil30,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 86 mil28,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 45 mil14,5%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil6,5%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 63 mil20,5%
Segundo o Radar do Voto, Cristiane Moneta (MDB) ficou como suplente de deputada federal por Pernambuco em 2026, com 1.092 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cristiane Moneta (Cristiane de Azevedo Moneta Meira) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputada federal, vice-prefeita e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por PE: 12.413 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por PE, declarou R$ 350 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 277 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 307 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 93 mil), militância e mobilização de rua (R$ 86 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 45 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 462 mil em 2022 e R$ 154 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cristiane de Azevedo Moneta Meira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cristiane Moneta declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Abreu e Lima (PE) em 2020, e deputada federal por Pernambuco em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 350 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 277 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 307 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 93 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 86 mil); R$ 94 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 462 mil em gastos; em 2020, R$ 154 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.