Almir Reis (Justino Almir de Jesus Reis) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Floriano em 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Floriano/PI: 15.328 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Floriano/PI, declarou R$ 240 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de outros recursos do partido e R$ 170 mil de doações privadas (120 doadores). Os gastos contratados somam R$ 240 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 60 mil), serviços de terceiros (R$ 39 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 195 mil.
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Evolução da votação nas eleições
15.328 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Justino Almir de Jesus Reis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 240 mil em receitas · R$ 240 mil em gastos contratados
Almir Reis declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Floriano (PI) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 240 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de outros recursos do partido e R$ 170 mil de doações privadas (120 doadores). Os gastos contratados somam R$ 240 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 60 mil) e serviços de terceiros (R$ 39 mil). Em 2012, R$ 195 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 240 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 240 milcontratados
Gastos em 2012R$ 195 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40 mil20,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 38 mil19,6%
Materiais impressosR$ 35 mil18,0%
Outras 4 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil11,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000—LFloriano, Piauí · 28 anos · Ensino médio completo · PPB · nº 11633 · o TSE não publicou votação desta candidatura · ver a eleição
Coligação: PPB / PL / PRN
Vereador · 1996ELEITO630LFloriano, Piauí · 24 anos · Ensino médio completo · Agente de Viagem · PTB · nº 14614 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.