Charlinho

Foto de Charllyson Alves de Souza
Charlinho
Charllyson Alves de Souza (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PP
28 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Analista de Sistemas
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Charlinho (Charllyson Alves de Souza) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Cajueiro/AL: 196 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Cajueiro/AL, declarou R$ 480 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 480, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 240) e serviços de terceiros (R$ 240). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil, 77% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Charllyson Alves de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 480 em receitas · R$ 480 em gastos contratados

Charlinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Cajueiro (AL) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 480 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 480, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 240) e serviços de terceiros (R$ 240). Em 2012, 77% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 480campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 480contratados
Gastos em 2012R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Cajueiro (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 480
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 480
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 24050,0%
  • Serviços de terceirosR$ 24050,0%
2012Vereador, Cajueiro (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 67% · empresas 10% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil77,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6007,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 6007,1%
  • Serviços de terceirosR$ 4505,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 2863,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892