Mario Bernd

Foto de Mario Bernd Neto
Mario Bernd
Mario Bernd Neto (nome civil)
6 eleições entre 1986 e 2018 · último partido PPS
68 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Mario Bernd (Mário Bernd Neto) disputou 6 eleições entre 1986 e 2018, para senador, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 2006, para senador por RS: 810.853 votos. Na campanha de 2018 para senador por RS, declarou R$ 441 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 340 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 201 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 784) e combustíveis e lubrificantes (R$ 509). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 56 mil em 2012 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 311 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

233.747 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Mario Bernd Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualSenadorVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 441 mil em receitas · R$ 201 mil em gastos

Mario Bernd declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: senador por Rio Grande do Sul em 2006 e 2018, e vereador em Porto Alegre (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 441 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 340 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 201 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 784). Em 2012, 50% dos R$ 56 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, R$ 311 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 441 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 201 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 56 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2018Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 441 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 23% · partido e outras campanhas 77% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 201 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 200 mil99,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 7840,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5090,3%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 15menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 13menos de 0,1%
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 72 mil
27 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 70% · empresas 18%
Gasto contratado
R$ 56 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 28 mil49,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil16,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil12,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil12,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 5 mil9,0%
2006Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 311 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · pessoas menos de 1% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 311 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 10 mil3,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 53menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 301 mil96,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892