- Militância e mobilização de ruaR$ 24 mil11,4%
- PessoalR$ 18 mil8,4%
- Materiais impressosR$ 15 mil7,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil3,1%
- Locação de imóveisR$ 3 mil1,4%
- Outras 6 categoriasR$ 143 mil68,5%
Prof . Marcilene (Marcilene Rodrigues da Silva Souza) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeita em Pimenta Bueno/RO e foi eleita com 12.163 votos. Na campanha de 2024 para prefeita em Pimenta Bueno/RO, declarou R$ 210 mil em receitas: R$ 160 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 960 de outros recursos do partido, R$ 38 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 209 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 50 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 24 mil).
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Prof . Marcilene declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Pimenta Bueno (RO) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 210 mil em receitas: R$ 160 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 960 de outros recursos do partido, R$ 38 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 209 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 50 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.