Julio Olivar

Foto de Júlio Olivar Benedito
Julio Olivar
Júlio Olivar Benedito (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PSB
53 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Jornalista e Redator
Candidato a 1º Suplente · Rondônia · Eleições 2026 · PSB · nº 400
Renúncia
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Julio Olivar (Júlio Olivar Benedito) disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito, deputado estadual, vice-governador e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Poço Fundo/MG: 4.175 votos. Em 2026, foi candidato a 1º suplente por RO pelo PSB (situação do registro nos dados do TSE: renúncia). Na campanha de 2020 para prefeito em Poço Fundo/MG, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 27 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil), publicidade por adesivos (R$ 5 mil) e serviços advocatícios (R$ 4 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 48 mil, 43% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

4.175 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Júlio Olivar Benedito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorDep. EstadualPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 37 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos

Julio Olivar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rondônia em 2018, e prefeito em Poço Fundo (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 27 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil). Em 2018, 43% dos R$ 48 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 37 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 27 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 48 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Poço Fundo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 73% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 13 mil48,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil16,4%
  • Serviços advocatíciosR$ 4 mil12,8%
  • Serviços contábeisR$ 2 mil8,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil14,1%
2018Deputado estadual, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 60% · pessoas 5% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 48 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 21 mil43,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil25,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil9,4%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil8,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 6 mil13,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892