Fábio Mayer Barasuol

Foto de Fábio Mayer Barasuol
Fábio Mayer Barasuol
2 eleições entre 2012 e 2016 · PDT
38 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Agricultor
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Fábio (Fábio Mayer Barasuol) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Boa Vista do Cadeado em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Boa Vista do Cadeado/RS: 1.051 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Boa Vista do Cadeado/RS, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 250 do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e locação de imóveis (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 60% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

1.010 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Fábio Mayer Barasuol em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 10 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Fábio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Boa Vista do Cadeado (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 250 do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2012, 60% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2016R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Boa Vista do Cadeado (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · pessoas 31% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil39,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil19,9%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil14,8%
  • Materiais impressosR$ 2502,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 2 mil23,3%
2012Prefeito, Boa Vista do Cadeado (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 30% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil60,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 80040,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Fábio Mayer Barasuol (Fábio): candidaturas e votos · Radar do Voto