- Materiais impressosR$ 15 mil75,0%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil24,9%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 13menos de 0,1%
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Cilene Souza (Alba Cilene Souza) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por AP, com 2 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por AP, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil), serviços de terceiros (R$ 5 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Cilene Souza declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Amapá em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Segundo os resultados do TSE, Cilene Souza não foi eleita em 2018.
Em 2018, para deputada estadual por AP, Cilene Souza teve 2 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2018 para deputada estadual por AP, Cilene Souza declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil), serviços de terceiros (R$ 5 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Cilene Souza declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Amapá em 2018.
Segundo os dados do TSE, Cilene Souza concorreu pelo PTC em 2018. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Cilene Souza foi a 445ª mais votada entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2018, com 2 votos, <0,01% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Cilene Souza para deputada estadual foi em Macapá (AP): 2 votos, <0,01% dos votos válidos da cidade.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto