Jimmy Pereira

Foto de Jimmy Sandro Pereira de Souza
Jimmy Pereira
Jimmy Sandro Pereira de Souza (nome civil)
7 eleições entre 2006 e 2020 · último partido PRTB
50 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Biólogo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jimmy Pereira (Jimmy Sandro Pereira de Souza) disputou 7 eleições entre 2006 e 2020, para vereador, deputado federal, vice-prefeito e senador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Rio de Janeiro em 2012. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RJ: 24.038 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 105 mil de doações privadas (18 doadores). Os gastos contratados somam R$ 148 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 42 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 38 mil em 2018 e R$ 295 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

4.641 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Jimmy Sandro Pereira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 107 mil em receitas · R$ 148 mil em gastos contratados

Jimmy Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: senador por Rio de Janeiro em 2006, deputado federal por Rio de Janeiro em 2010 e 2018, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 105 mil de doações privadas (18 doadores). Os gastos contratados somam R$ 148 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 42 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 25 mil). Em 2018, R$ 38 mil em gastos contratados; em 2016, 43% dos R$ 295 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 107 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 148 milcontratados
Gastos em 2018R$ 38 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 107 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 98%
Gasto contratado
R$ 148 mil
pago: R$ 94 mil (64%)
  • Publicidade por adesivosR$ 42 mil28,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 25 mil16,9%
  • Materiais impressosR$ 25 mil16,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil12,1%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil26,4%
2018Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 95 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 32% · Fundo Partidário 2% · partido 44% · pessoas 23%
Gasto contratado
R$ 38 mil
pago: R$ 27 mil (73%)
  • Materiais impressosR$ 15 mil39,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil26,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil16,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil13,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil4,2%
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 299 mil
56 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 96%
Gasto contratado
R$ 295 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 127 mil43,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 32 mil10,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 30 mil10,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 27 mil9,0%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 33 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 80 mil27,1%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 106 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 77% · pessoas 18% · empresas 5%
Gasto contratado
R$ 95 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 39 mil40,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil12,1%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 11 mil11,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 10 mil10,6%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil25,4%
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 101 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 70% · empresas 15%
Gasto contratado
R$ 101 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil32,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 26 mil26,0%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 10 mil9,5%
  • PessoalR$ 2 mil1,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 30 mil30,0%
2006Senador, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil85,2%
  • Serviços de terceirosR$ 40013,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 341,1%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 110,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892