Buscar

Foto de Hélio Willamy Miranda da Fonseca

Hélio de Mundinho

Hélio Willamy Miranda da Fonseca (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2024 · último partido PSDB
51 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Agente Administrativo
redes informadas ao TSE

Hélio de Mundinho (Hélio Willamy Miranda da Fonseca) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Guamaré em 2024 e 2012; vereador de Guamaré em 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Guamaré/RN: 6.347 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2024 para prefeito em Guamaré/RN, declarou R$ 298 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 98 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 454 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 295 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 70 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 62 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 43 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 202 mil em 2020 e R$ 102 mil em 2016.

Prefeito · 2024
5.617
votos · Guamaré, Rio Grande do Norte
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

5.617 votos em 2024 (eleito) · 6 eleições

A votação de Hélio Willamy Miranda da Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 298 mil em receitas · R$ 295 mil em gastos

Hélio de Mundinho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Guamaré (RN) em 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 298 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 98 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 454 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 295 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 70 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 62 mil). Em 2020, R$ 202 mil em gastos; em 2016, R$ 102 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 298 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 295 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 202 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Guamaré (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 298 mil
9 doadores pessoas físicas
FEFC 67% · pessoas 33% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 295 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 70 mil23,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 62 mil21,0%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 43 mil14,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 37 mil12,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 84 mil28,3%
2020Prefeito, Guamaré (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 202 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 74% · pessoas 26%
Gasto contratado
R$ 202 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 50 mil24,7%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 45 mil22,3%
  • Serviços contábeisR$ 20 mil9,9%
  • Materiais impressosR$ 20 mil9,9%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 67 mil33,3%
2016Prefeito, Guamaré (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 102 mil
34 doadores pessoas físicas
pessoas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 102 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 20 mil19,7%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 17 mil16,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 15 mil14,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil13,2%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 374 lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil35,9%
Ver a campanha anterior
2012Prefeito, Guamaré (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 202 mil
46 doadores pessoas físicas
pessoas 60% · empresas 28% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil52,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil23,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil5,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil3,5%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil16,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.