Igor Versiane

Foto de Igor Geovane Versiani Ladeia
Igor Versiane
Igor Geovane Versiani Ladeia (nome civil)
3 eleições entre 2014 e 2022 · último partido PDT
41 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Igor Versiane (Igor Geovane Versiani Ladeia) disputou 3 eleições entre 2014 e 2022, para deputado estadual e 2º suplente. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 93 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e pessoal (R$ 4 mil).

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Evolução da votação nas eleições

1.823 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Igor Geovane Versiani Ladeia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 120 mil em receitas · R$ 120 mil em gastos

Igor Versiane declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 93 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil).

Gastos em 2018R$ 120 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2022Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 120 mil
sem doações de pessoas
FEFC 83% · partido e outras campanhas 17%
Gasto contratado
R$ 120 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 93 mil77,5%
  • Materiais impressosR$ 16 mil13,0%
  • PessoalR$ 4 mil3,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil1,8%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 5 mil4,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892