- Militância e mobilização de ruaR$ 105 mil33,5%
- Serviços advocatíciosR$ 100 mil31,9%
- Materiais impressosR$ 54 mil17,3%
- Serviços contábeisR$ 30 mil9,6%
- Outras 2 categoriasR$ 24 mil7,7%

Segundo o Radar do Voto, Marta Costa (PSD) foi eleita deputada estadual por São Paulo em 2026, com 100.083 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marta Costa (Marta Maria Freire da Costa) disputou 9 eleições entre 2004 e 2026, para deputada estadual, vice-prefeita, vereadora e 2º suplente senadora. Ela foi eleita 8 vezes: deputada estadual em 2026, 2022, 2018 e 2014; vereadora de São Paulo em 2012, 2008 e 2004; 2º suplente senadora em 2010. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por SP: 170.541 votos. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 115,6 milhões em 618 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 250 municípios; 69% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SP, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Partidário, R$ 107 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 313 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 105 mil), serviços advocatícios (R$ 100 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1 milhão em 2022 e R$ 985 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marta Maria Freire da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marta Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereadora em São Paulo (SP) em 2008 e 2012, e deputada estadual por São Paulo em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Partidário, R$ 107 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 313 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 105 mil) e serviços advocatícios (R$ 100 mil); R$ 137 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1 milhão em gastos; em 2018, R$ 985 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Marta Costa indicou R$ 115,6 milhões em 618 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 250 municípios. Até a coleta de out/2026 na fonte, 69% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (71%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Paulo, Taboão da Serra e Americana. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 105,2 milhões em 555 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,4 milhões em 63 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 31,5 milhões | R$ 5,9 milhões | 19% | 154 | 113 |
| 2025 | R$ 31,9 milhões | R$ 23,9 milhões | 75% | 165 | 119 |
| 2024 | R$ 30,8 milhões | R$ 29,9 milhões | 97% | 164 | 114 |
| 2023 | R$ 11 milhões | R$ 10,5 milhões | 95% | 72 | 68 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 105,2 milhões | R$ 70,2 milhões | 67% | 555 | 239 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em out/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.