- Combustíveis e lubrificantesR$ 2805,9%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 200,4%
- Outras 1 categoriaR$ 4 mil93,7%
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Nati (Maria da Natividade Pinho Belém Rocha) disputou 2 eleições entre 1986 e 2010, para governadora e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para governadora por CE: 3.063 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2010 para governadora por CE, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 280) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 20).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria da Natividade Pinho Belem Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nati declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governadora por Ceará em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 280) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 20).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
O voto