- Materiais impressosR$ 106 mil29,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 76 mil20,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 67 mil18,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 44 mil12,1%
- Outras 10 categoriasR$ 72 mil19,6%
Lair Moura (PL) ficou como suplente de deputada federal por São Paulo em 2026, com 5.827 votos, pelo resultado oficial do TSE. Lair Moura (Lair Moura Sala Malavila Jusevicius) disputou 15 eleições entre 1994 e 2026, para deputada federal, vereadora, vice-prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 1 vez: vice-prefeita de Ribeirão Pires em 2012. A maior votação foi em 2002, para deputada federal por SP: 67.950 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por SP, declarou R$ 508 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 36 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 365 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 106 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 76 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 67 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2024 (45% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1,2 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Lair Moura Sala Malavila Jusevicius em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lair Moura declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2006, 2010, 2018, 2022 e 2026, vereadora em Ribeirão Pires (SP) em 2008 e 2024, e deputada estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 508 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 36 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 365 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 106 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 76 mil); R$ 285 mil já foram pagos. Em 2024, 45% dos R$ 10 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2022, R$ 1,2 milhão em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.