Lima Antonio Carlos Lima (Antonio Carlos Lima) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Limeira em 2012. A maior votação foi em 2008, para vereador em Limeira/SP: 1.378 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Limeira/SP, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 26 do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 19 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 12 mil), correspondências e despesas postais (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 20 mil, 66% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
611 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Antonio Carlos Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 29 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados
Lima Antonio Carlos Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Limeira (SP) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 26 do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 19 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 12 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 5 mil). Em 2008, 66% dos R$ 20 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 29 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 28 milcontratados
Gastos em 2008R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 28% · pessoas 40% · empresas 2% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 13 mil66,0%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 670,3%
Outras 1 categoriaR$ 7 mil33,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016611não eleitoLLimeira, São Paulo · 51 anos · Branca · Superior completo · PT · nº 13313 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Prefeito · 2012ELEITO70.599LLimeira, São Paulo · 47 anos · Superior completo · Servidor Público Federal · PSB · nº 40 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.