Buscar

Caio Aoqui

Foto de Caio Kanji Pardo Aoqui
Caio Aoqui
Caio Kanji Pardo Aoqui (nome civil)
4 eleições entre 2012 e 2026 · último partido PSD
35 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Administrador
Candidato a Deputado Estadual · São Paulo · Eleições 2026 · PSD · nº 55300
redes informadas ao TSE

Caio Aoqui (PSD) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 28.791 votos, pelo resultado oficial do TSE. Caio Aoqui (Caio Kanji Pardo Aoqui) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Tupã em 2020; vice-prefeito de Tupã em 2016; vereador de Tupã em 2012. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por SP: 28.791 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 928 mil em receitas: R$ 515 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 392 mil de outros recursos do partido e R$ 20 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 137 mil), serviços de terceiros (R$ 80 mil) e publicidade por adesivos (R$ 65 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 188 mil em 2020 e R$ 3 mil em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

28.791 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Caio Kanji Pardo Aoqui em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 928 mil em receitas · R$ 447 mil em gastos contratados

Caio Aoqui declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Tupã (SP) em 2012, prefeito em Tupã (SP) em 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 928 mil em receitas: R$ 515 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 392 mil de outros recursos do partido e R$ 20 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 137 mil) e serviços de terceiros (R$ 80 mil); R$ 332 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 188 mil em gastos; em 2012, 52% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 928 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 447 milcontratados, parcial; R$ 332 mil pagos
Gastos em 2020R$ 188 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32012, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 928 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 56% · partido 42% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 447 mil
pago até agora: R$ 332 mil (74%)
  • Materiais impressosR$ 137 mil30,6%
  • Serviços de terceirosR$ 80 mil17,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 65 mil14,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 55 mil12,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 111 mil24,8%
2020Prefeito, Tupã (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 195 mil
15 doadores pessoas físicas
pessoas 34% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 188 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 74 mil39,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 22 mil11,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 22 mil11,7%
  • Serviços contábeisR$ 20 mil10,6%
  • Outras 13 categoriasR$ 49 mil26,3%
2012Vereador, Tupã (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 77% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil51,5%
  • PessoalR$ 1 mil39,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1795,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1003,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 230,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.