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Mandetta

Foto de Luiz Henrique Mandetta
Mandetta
Luiz Henrique Mandetta (nome civil)
3 eleições entre 2010 e 2022 · último partido UNIÃO
58 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Mandetta (Luiz Henrique Mandetta) disputou 3 eleições entre 2010 e 2022, para senador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2022, para senador por MS: 206.093 votos. No Senado Federal, teve R$ 52,7 milhões empenhados em 65 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 49 municípios; 88% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para senador por MS, declarou R$ 3,2 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 251 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,5 milhão), serviços de terceiros (R$ 533 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 300 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,1 milhões em 2014 (74% com serviços de terceiros) e R$ 1,2 milhão em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

206.093 votos em 2022 · 3 eleições

A votação de Luiz Henrique Mandetta em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 3,2 milhões em receitas · R$ 3,1 milhões em gastos

Mandetta declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2010 e 2014, e senador por Mato Grosso do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3,2 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 251 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,5 milhão) e serviços de terceiros (R$ 533 mil). Em 2014, 74% dos R$ 2,1 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2010, R$ 1,2 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 3,2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 3,1 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 2,1 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Senador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,2 milhões
14 doadores pessoas físicas
FEFC 90% · pessoas 8% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 3,1 milhões
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 1,5 milhão47,5%
  • Serviços de terceirosR$ 533 mil16,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 300 mil9,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 185 mil5,9%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 265 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 636 mil20,2%
2014Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
143 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
Fundo Partidário 5% · partido e outras campanhas 33% · pessoas 18% · empresas 17% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 2,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1,6 milhão73,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 108 mil5,1%
  • Materiais impressosR$ 71 mil3,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 65 mil3,1%
  • Outras 23 categoriasinclui R$ 96 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 307 mil14,5%
2010Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 4% · empresas 85% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 369 mil31,7%
  • Materiais impressosR$ 151 mil12,9%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 118 mil10,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 52 mil4,5%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 493 lançados como "diversas a especificar" e R$ 216 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 475 mil40,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 52,7 milhões empenhados · 88% pago · 65 emendas em 49 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 14/10/20263

No Senado Federal, Mandetta teve R$ 52,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 65 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 49 municípios. Já foram pagos R$ 46,4 milhões (88%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Campo Grande, Dourados e Alcinópolis.2

EmpenhadoR$ 52,7 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 46,4 milhões88% do empenhado, com restos a pagar
Emendas65individuais
Municípios49diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 14,3 milhõesR$ 10,7 milhões75%2419
2018R$ 14,8 milhõesR$ 13,3 milhões90%2014
2017R$ 12,2 milhõesR$ 10,9 milhões90%129
2016R$ 11,3 milhõesR$ 11 milhões97%929
TotalR$ 52,6 milhõesR$ 45,9 milhões87%6549

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 26,7 milhões50,7%
  2. 2UrbanismoR$ 13,4 milhões25,4%
  3. 3EducaçãoR$ 5 milhões9,4%

Municípios que mais receberam

  1. 1Campo GrandeR$ 6,4 milhões12,1%
  2. 2DouradosR$ 4,9 milhões9,3%
  3. 3AlcinópolisR$ 1,9 milhão3,6%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 14/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.