- Materiais impressosR$ 6 mil73,6%
- Transporte ou deslocamentoR$ 1 mil14,7%
- Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 90,1%
- Outras 1 categoriaR$ 95011,6%
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Prof. Evanildo (Evanildo dos Santos Oliveira) disputou 1 eleição, em 2010, para deputado estadual por AM, com 730 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AM, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 363 do Fundo Partidário, R$ 950 de outros recursos do partido e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), transporte ou deslocamento (R$ 1 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 9).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Prof. Evanildo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Amazonas em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 363 do Fundo Partidário, R$ 950 de outros recursos do partido e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 1 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Segundo os resultados do TSE, Prof. Evanildo não foi eleito em 2010.
Em 2010, para deputado estadual por AM, Prof. Evanildo teve 730 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2010 para deputado estadual por AM, Prof. Evanildo declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 363 do Fundo Partidário, R$ 950 de outros recursos do partido e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), transporte ou deslocamento (R$ 1 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 9). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Prof. Evanildo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Amazonas em 2010.
Segundo os dados do TSE, Prof. Evanildo concorreu pelo PMDB em 2010. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Prof. Evanildo foi o 187º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amazonas em 2010, com 730 votos, 0,05% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2010 a maior votação de Prof. Evanildo para deputado estadual foi em Manaus (AM): 540 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto