- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 148,4%
- Outras 1 categoriainclui R$ 152 lançados como "diversas a especificar"R$ 15291,6%
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Virginia Magrini (Virginia Marta Magrini) disputou 5 eleições entre 2012 e 2020, para vereadora, deputada estadual e vice-governadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Dourados em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Dourados/MS: 1.720 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Dourados/MS, declarou R$ 166 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 166, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 14). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 130 mil em 2018 e R$ 10 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Virginia Marta Magrini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Virginia Magrini declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Dourados (MS) em 2012, 2016 e 2020, e deputada estadual por Mato Grosso do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 166 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 166, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 14). Em 2018, R$ 130 mil em gastos; em 2016, R$ 10 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto