- Serviços de terceirosR$ 216 mil41,5%
- Materiais impressosR$ 145 mil27,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 45 mil8,7%
- Serviços advocatíciosR$ 40 mil7,7%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 738 lançados como "diversas a especificar"R$ 74 mil14,2%
Segundo o Radar do Voto, Gil Paraibano (PP) ficou como suplente de deputado federal pelo Piauí em 2026, com 3.203 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gil Paraibano (Gil Marques de Medeiros) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, prefeito e 2º suplente. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Picos em 2020, 2008 e 2004; 2º suplente em 2018. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Picos/PI: 22.179 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PI, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 735 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 676 mil do Fundo Partidário e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 520 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 216 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 145 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 45 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 490 mil em 2024 (41% com serviços de terceiros) e R$ 365 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gil Marques de Medeiros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gil Paraibano declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Picos (PI) em 2008, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Piauí em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 735 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 676 mil do Fundo Partidário e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 520 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 216 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 145 mil); R$ 409 mil já foram pagos. Em 2024, 41% dos R$ 490 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, R$ 365 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.