Vera Lucia (Vera Lúcia Andrade Borges) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeita, prefeita e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 5 vezes: vice-prefeita de Rialma em 2024 e 2016; vereadora de Rialma em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeita em Rialma/GO: 3.237 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Rialma/GO, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 30 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), serviços de terceiros (R$ 13 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 53% com publicidade por materiais impressos.
votos · Rialma, Goiás · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
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Evolução da votação nas eleições
3.237 votos em 2012 · 8 eleições
A votação de Vera Lúcia Andrade Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 89 mil em receitas · R$ 39 mil em gastos contratados
Vera Lucia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Rialma (GO) em 2008, e prefeita em Rialma (GO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 30 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e serviços de terceiros (R$ 13 mil). Em 2008, 53% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2012R$ 89 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 39 milcontratados
Gastos em 2008R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008ELEITO335LRialma, Goiás · 40 anos · Ensino médio completo · Vereador · PSDB · nº 45645 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004ELEITO322LRialma, Goiás · 36 anos · Ensino médio completo · Senador, Deputado e Vereador · PSDB · nº 45645 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000ELEITO346LRialma, Goiás · 32 anos · Superior incompleto · Dona de Casa · PSDB · nº 45645 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE180LRialma, Goiás · 28 anos · Dado Inexistente · PSDB · nº 45615 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.