Fabrício Sousa

Foto de Fabricio Rodrigues de Sousa
Fabrício Sousa
Fabricio Rodrigues de Sousa (nome civil)
4 eleições entre 2010 e 2022 · último partido PATRIOTA
39 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Servidor Público Municipal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fabrício Sousa (Fabrício Rodrigues de Sousa) disputou 4 eleições entre 2010 e 2022, para deputado estadual, 1º suplente, vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PI: 1.003 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Teresina/PI, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 271). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 43% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

4 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de Fabricio Rodrigues de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorSenadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 12 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Fabrício Sousa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Piauí em 2010, e vereador em Teresina (PI) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Em 2010, 43% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2012R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2012 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Vereador, Teresina (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 28% · pessoas 49% · empresas 12% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil74,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil20,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2713,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1402,0%
2010Deputado federal, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 75042,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil57,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892