Coquinha

Foto de Clovis Gomes Ferreira
Coquinha
Clovis Gomes Ferreira (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PSL
48 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Coquinha (Clovis Gomes Ferreira) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Caraí/MG: 16 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Caraí/MG, declarou R$ 661 em receitas: R$ 312 de doações privadas e R$ 349 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 661, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 460), serviços de terceiros (R$ 197) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 3).

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Evolução da votação nas eleições

2 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de Clovis Gomes Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 661 em receitas · R$ 661 em gastos contratados

Coquinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Caraí (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 661 em receitas: R$ 312 de doações privadas e R$ 349 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 661, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 460) e serviços de terceiros (R$ 197).

Receitas em 2016R$ 661campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 661contratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Caraí (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 661
doações de pessoas
pessoas 47% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 661
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 46069,6%
  • Serviços de terceirosR$ 19729,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 30,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 1 lançados como "diversas a especificar"R$ 10,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892