- Militância e mobilização de ruaR$ 55 mil37,6%
- Materiais impressosR$ 31 mil21,6%
- Serviços de terceirosR$ 31 mil21,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8 mil5,5%
- Outras 6 categoriasR$ 20 mil14,0%
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Maria Lucia Cardoso (Maria Lúcia de Mendonça) disputou 8 eleições entre 1998 e 2024, para prefeita, deputada federal e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 4 vezes: prefeita de Pitangui em 2024 e 2020; deputada federal em 2006 e 1998. A maior votação foi em 1998, para deputada federal por MG: 111.196 votos. Na campanha de 2024 para prefeita em Pitangui/MG, declarou R$ 146 mil em receitas: R$ 145 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 55 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e serviços de terceiros (R$ 31 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 120 mil em 2020 e R$ 18 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Lucia Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maria Lucia Cardoso declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada federal por Minas Gerais em 2006, deputada estadual por Minas Gerais em 2010, e prefeita em Pitangui (MG) em 2012, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 146 mil em receitas: R$ 145 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 55 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil). Em 2020, R$ 120 mil em gastos; em 2012, 73% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Maria Lucia Cardoso foi eleita 4 vezes: prefeita de Pitangui em 2024 e 2020; deputada federal em 2006 e 1998. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2024, para prefeita em Pitangui/MG, Maria Lucia Cardoso teve 9.727 votos e foi eleita. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2024 para prefeita em Pitangui/MG, Maria Lucia Cardoso declarou R$ 146 mil em receitas: R$ 145 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 55 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e serviços de terceiros (R$ 31 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Maria Lucia Cardoso declarou ao TSE gastos de R$ 145 mil na campanha de 2024 a prefeita em Pitangui/MG (tudo pago), R$ 120 mil na campanha de 2020 a prefeita em Pitangui/MG (tudo pago), R$ 18 mil na campanha de 2012 a prefeita em Pitangui/MG (gasto contratado declarado), R$ 338 mil na campanha de 2010 a deputada estadual por MG (gasto contratado declarado) e R$ 239 mil na campanha de 2006 a deputada federal por MG (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Maria Lucia Cardoso declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada federal por Minas Gerais em 2006, deputada estadual por Minas Gerais em 2010, e prefeita em Pitangui (MG) em 2012, 2020 e 2024.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Maria Lucia Cardoso foi em 1998, para deputada federal por Minas Gerais: 111.196 votos. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Maria Lucia Cardoso disputou 8 eleições, de 1998 a 2024: deputada federal por Minas Gerais em 1998, 2002, 2006 e 2010; prefeita em Contagem (MG) em 2004; deputada estadual por Minas Gerais em 2010; prefeita em Pitangui (MG) em 2012, 2020 e 2024. Foi eleita 4 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Maria Lucia Cardoso concorreu pelo PMDB em 1998, 2002, 2004, 2006, 2010 e 2012 e pelo MDB em 2020 e 2024. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Maria Lucia Cardoso foi a 142ª mais votada entre os candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2010, com 21.855 votos, 0,21% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2010 a maior votação de Maria Lucia Cardoso para deputada estadual foi em Pitangui (MG): 5.498 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto