- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil51,1%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil48,8%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%
Segundo o Radar do Voto, Marcos Cintra (NOVO) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 4.096 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcos Cintra (Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque) disputou 8 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, vice-presidente, vereador, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São Paulo em 2008; deputado federal em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por SP: 132.266 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 576 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 276 mil do Fundo Partidário e R$ 150 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 1). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 241 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcos Cintra declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 576 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 276 mil do Fundo Partidário e R$ 150 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil); R$ 10 mil já foram pagos. Em 2008, R$ 241 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.