- Serviços de terceirosR$ 77 mil40,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 51 mil26,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 24 mil12,8%
- Materiais impressosR$ 19 mil9,8%
- Outras 4 categoriasR$ 19 mil9,8%
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Paulo Alves (AVANTE) ficou como suplente de deputado federal por Pernambuco em 2026, com 7.558 votos, segundo os dados do TSE. Paulo Alves (Paulo Henrique Gonçalves Bezerra) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ipojuca em 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Ipojuca/PE: 10.014 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 200 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 190 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 77 mil), militância e mobilização de rua (R$ 51 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 24 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 210 mil em 2024 e R$ 6 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Henrique Goncalves Bezerra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Ipojuca (PE) em 2016 e 2020, prefeito em Ipojuca (PE) em 2024, e deputado federal por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 200 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 190 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 77 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 51 mil); R$ 139 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 210 mil em gastos; em 2020, 99% dos R$ 6 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto