- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil28,8%
- Materiais impressosR$ 8 mil19,9%
- Publicidade por carros de somR$ 7 mil16,8%
- PessoalR$ 3 mil7,3%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 247 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil27,2%
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Neio Lúcio (Neio Lúcio Fraga Pereira) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para vereador e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Gravataí em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Gravataí/RS: 3.534 votos. Em 2026, foi candidato a 2º suplente por ES pelo PCDOB. Na campanha de 2008 para vereador em Porto Alegre/RS, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 8 mil de recursos próprios e R$ 4 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e publicidade por carros de som (R$ 7 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Neio Lucio Fraga Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Neio Lúcio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 8 mil de recursos próprios e R$ 4 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Neio Lúcio foi eleito 2 vezes: vereador de Gravataí em 2000 e 1996. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2008, para vereador em Porto Alegre/RS, Neio Lúcio teve 2.242 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Em 2026, foi candidato a 2º suplente por ES pelo PCDOB. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2008 para vereador em Porto Alegre/RS, Neio Lúcio declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 8 mil de recursos próprios e R$ 4 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e publicidade por carros de som (R$ 7 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Neio Lúcio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Neio Lúcio foi em 2004, para prefeito em Gravataí (RS): 3.534 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Neio Lúcio disputou 4 eleições, de 1996 a 2008: vereador em Gravataí (RS) em 1996 e 2000; prefeito em Gravataí (RS) em 2004; vereador em Porto Alegre (RS) em 2008. Foi eleito 2 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Neio Lúcio concorreu pelo PC do B em 1996, 2000, 2004 e 2008 e pelo PCDOB em 2026. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto