Essiomar Gomes

Foto de Jose Essiomar Gomes da Silva
Essiomar Gomes
Jose Essiomar Gomes da Silva (nome civil)
8 eleições entre 2000 e 2018 · último partido PP
49 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Essiomar Gomes (José Essiomar Gomes da Silva) disputou 8 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Angra dos Reis em 2008; vereador de Angra dos Reis em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 23.983 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário, R$ 62 mil de outras campanhas e R$ 22 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com pessoal (R$ 28 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 91 mil em 2012 (45% com pessoal) e R$ 675 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

6.295 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Jose Essiomar Gomes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 91 mil em receitas · R$ 72 mil em gastos

Essiomar Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010 e 2018, e vereador em Angra dos Reis (RJ) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário, R$ 62 mil de outras campanhas e R$ 22 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com pessoal (R$ 28 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil). Em 2012, 45% dos R$ 91 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, R$ 675 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 91 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 72 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 91 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 7% · partido e outras campanhas 69% · pessoas 24%
Gasto contratado
R$ 72 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 28 mil38,3%
  • Materiais impressosR$ 28 mil38,2%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil11,1%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil6,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil6,3%
2012Vereador, Angra dos Reis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 156 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 91% · pessoas 7% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 41 mil45,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil9,4%
  • Materiais impressosR$ 7 mil8,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil6,6%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 25 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 28 mil30,6%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 675 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 67% · pessoas 30% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 675 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 240 mil35,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 137 mil20,4%
  • Materiais impressosR$ 62 mil9,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 38 mil5,6%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 197 mil29,2%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 78 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 49% · empresas 51%
Gasto contratado
R$ 78 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 35 mil44,5%
  • Materiais impressosR$ 35 mil44,4%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 2650,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 20menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 8 mil10,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892