- Locação de imóveisR$ 13 mil36,6%
- Serviços de terceirosR$ 9 mil24,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil22,5%
- Materiais impressosR$ 6 mil16,4%
- Outras 1 categoriaR$ 2menos de 0,1%
André Trindade (PL) ficou como suplente de deputado estadual pelo Paraná em 2026, com 5.937 votos, pelo resultado oficial do TSE. André Trindade (André Fernando dos Reis Trindade) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual, vereador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Londrina/PR: 17.452 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PR, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 13 mil), serviços de terceiros (R$ 9 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 13 mil em 2020 (54% com militância e mobilização de rua) e R$ 53 mil em 2018.
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A votação de André Fernando dos Reis Trindade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
André Trindade declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Londrina (PR) em 2016, deputado estadual por Paraná em 2018 e 2026, e vereador em Londrina (PR) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 9 mil); R$ 22 mil já foram pagos. Em 2020, 54% dos R$ 13 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2018, 43% dos R$ 53 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.