Já tem conta? Entrar
Edson da Silva disputou 2 eleições entre 2014 e 2018, para deputado distrital e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por DF: 367 votos. Em 2026, foi candidato a 1º suplente por DF pelo PSTU. Na campanha de 2018 para deputado distrital por DF, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de recursos próprios. Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dados do TSE atualizados em 24 de outubro de 2026.
Em um PDF e uma planilha, por e-mail: a votação em todas as eleições, até o bairro e a escola onde o TSE publica, as contas de campanha, os bens declarados e as emendas.
A votação de Edson da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 1 cidades acima somam 100,00% da votação desta candidatura (184 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Edson da Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2014, e deputado distrital por Distrito Federal em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de recursos próprios. Em 2014, R$ 5 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Edson da Silva não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2018, para deputado distrital por DF, Edson da Silva teve 184 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Em 2026, foi candidato a 1º suplente por DF pelo PSTU. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2018 para deputado distrital por DF, Edson da Silva declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de recursos próprios. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Edson da Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2014, e deputado distrital por Distrito Federal em 2018.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Edson da Silva foi em 2014, para deputado federal por Distrito Federal: 367 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Edson da Silva disputou 2 eleições, de 2014 a 2018: deputado federal por Distrito Federal em 2014; deputado distrital por Distrito Federal em 2018. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Edson da Silva concorreu pelo PSTU em 2014, 2018 e 2026. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Edson da Silva foi o 698º mais votado entre os candidatos a deputado distrital no Distrito Federal em 2018, com 184 votos, 0,01% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Edson da Silva para deputado distrital foi em Brasília (DF): 184 votos, 0,01% dos votos válidos da cidade.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto