- Serviços de terceirosR$ 22 mil44,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 12 mil24,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil8,0%
- Serviços advocatíciosR$ 4 mil8,0%
- Outras 7 categoriasR$ 7 mil14,6%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Hellen Moraes (Hellen Moraes Silva de Godoy) disputou 2 eleições entre 2016 e 2022, para deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por GO: 242 votos. Na campanha de 2022 para deputada federal por GO, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 12 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 78% com publicidade por adesivos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Hellen Moraes Silva de Godoy em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Hellen Moraes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Goiânia (GO) em 2016, e deputada federal por Goiás em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 12 mil). Em 2016, 78% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.