Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gariba (Garibaldi Antônio Ayroso) disputou 4 eleições entre 2008 e 2024, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Rio do Sul em 2024 e 2008; prefeito de Rio do Sul em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Rio do Sul/SC: 20.710 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Rio do Sul/SC, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 430 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 113 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e locação de imóveis (R$ 18 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 135 mil, 64% com publicidade por placas, estandartes e faixas.
votos · Rio do Sul, Santa Catarina · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
14.400 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Garibaldi Antonio Ayroso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 123 mil em receitas · R$ 123 mil em gastos contratados
Gariba declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Rio do Sul (SC) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 430 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 113 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil). Em 2012, 64% dos R$ 135 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Receitas em 2016R$ 123 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 123 milcontratados
Gastos em 2012R$ 135 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 6% · pessoas 36% · empresas 25% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 135 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 86 mil63,7%
Materiais impressosR$ 30 mil22,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil7,1%
Materiais de expedienteR$ 5 mil3,9%
Outras 3 categoriasR$ 4 mil2,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2008ELEITO29.439LRio do Sul, Santa Catarina · 50 anos · Superior completo · Bancário e Economiário · PMDB · nº 25 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.