Eduardo Mota

Foto de Eduardo de Freitas Mota
Eduardo Mota
Eduardo de Freitas Mota (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PDT
75 anos em 2016 · Masculino · Lê e escreve
Comerciante

Eduardo Mota (Eduardo de Freitas Mota) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Presidente Kennedy em 2000. A maior votação foi em 2016, para vereador em Presidente Kennedy/ES: 287 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Presidente Kennedy/ES, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 250 de outras campanhas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 7 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2012 (50% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 1 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

287 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Eduardo de Freitas Mota em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados

Eduardo Mota declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Presidente Kennedy (ES) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 250 de outras campanhas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 7 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Em 2012, 50% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 11 milcontratados
Gastos em 2012R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2016Vereador, Presidente Kennedy (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil64,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil19,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil9,7%
  • Serviços de terceirosR$ 4504,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 2622,5%
2012Vereador, Presidente Kennedy (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 53% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil50,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil45,4%
  • Materiais impressosR$ 5484,4%
2008Vereador, Presidente Kennedy (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892