Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudio Silva (Cláudio Roberto Ramos da Silva) disputou 5 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Parobé em 2012; vereador de Parobé em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Parobé/RS: 17.281 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Parobé/RS, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 114 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 61 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 176 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 38 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 212 mil em 2012 e R$ 45 mil em 2010.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
9.315 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Claudio Roberto Ramos da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 176 mil em receitas · R$ 176 mil em gastos contratados
Claudio Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Parobé (RS) em 2008, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, e prefeito em Parobé (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 114 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 61 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 176 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 38 mil). Em 2012, R$ 212 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 45 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 176 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 176 milcontratados
Gastos em 2012R$ 212 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 8% · pessoas 13% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil45,6%
Materiais impressosR$ 73318,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2245,8%
Materiais de expedienteR$ 1002,6%
Outras 4 categoriasinclui R$ 572 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil27,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO802LParobé, Rio Grande do Sul · 27 anos · Superior incompleto · Servidor Publico Municipal · PT · nº 13456 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.