- Materiais impressosR$ 404 mil74,1%
- Serviços de terceirosR$ 55 mil10,1%
- PessoalR$ 40 mil7,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil1,7%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil6,8%
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Mário de Oliveira disputou 5 eleições entre 1994 e 2010, para deputado federal e senador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2010, 2006, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para senador por MG: 705.777 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por MG, declarou R$ 544 mil em receitas: R$ 101 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (115 doadores), R$ 310 mil de empresas e R$ 111 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 544 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 404 mil), serviços de terceiros (R$ 55 mil) e pessoal (R$ 40 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 43 mil, 51% com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mario de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mário de Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 544 mil em receitas: R$ 101 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (115 doadores), R$ 310 mil de empresas e R$ 111 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 544 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 404 mil) e serviços de terceiros (R$ 55 mil). Em 2006, 51% dos R$ 43 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Mário de Oliveira foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2010, 2006, 1998 e 1994. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2010, para deputado federal por MG, Mário de Oliveira teve 100.811 votos e foi eleito. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2010 para deputado federal por MG, Mário de Oliveira declarou R$ 544 mil em receitas: R$ 101 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (115 doadores), R$ 310 mil de empresas e R$ 111 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 544 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 404 mil), serviços de terceiros (R$ 55 mil) e pessoal (R$ 40 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Mário de Oliveira declarou ao TSE gastos de R$ 544 mil na campanha de 2010 a deputado federal por MG (gasto contratado declarado) e R$ 43 mil na campanha de 2006 a deputado federal por MG (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Mário de Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006 e 2010.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Mário de Oliveira foi em 2002, para senador por Minas Gerais: 705.777 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Mário de Oliveira disputou 5 eleições, de 1994 a 2010: deputado federal por Minas Gerais em 1994, 1998, 2006 e 2010; senador por Minas Gerais em 2002. Foi eleito 4 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Mário de Oliveira concorreu pelo PP em 1994, pelo PPB em 1998, pelo PST em 2002 e pelo PSC em 2006 e 2010. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Mário de Oliveira foi o 35º mais votado entre os candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2010, com 100.811 votos, 0,97% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2010 a maior votação de Mário de Oliveira para deputado federal foi em Belo Horizonte (MG): 35.642 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto