- PessoalR$ 5 mil75,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil24,0%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 500,8%
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Miguel Bombeiro (Nelson Pedro Miguel) disputou 9 eleições entre 1994 e 2024, para vereador, prefeito, deputado federal e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Moji das Cruzes/SP: 7.325 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Moji das Cruzes/SP, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 50). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 65 mil em 2020 (44% com serviços advocatícios) e R$ 7 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nelson Pedro Miguel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Miguel Bombeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Juquitiba (SP) em 2008, vereador em Moji das Cruzes (SP) em 2012 e 2024, prefeito em Moji das Cruzes (SP) em 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Em 2020, 44% dos R$ 65 mil em gastos foram com serviços advocatícios; em 2018, 57% dos R$ 7 mil em gastos foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador, 2024: resultado atualizado pelo TSE depois da eleição. Antes constava não eleito nos dados do TSE; nos dados mais recentes do TSE consta suplente. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto