68 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Administrador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudio (Claudemir Carpe) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Rubim em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Rubim/MG: 2.786 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Rubim/MG, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 485 de outros recursos do partido, R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil).
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Evolução da votação nas eleições
2.317 votos em 2016 (anulados) · 5 eleições
A votação de Claudemir Carpe em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 46 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados
Claudio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Rubim (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 485 de outros recursos do partido, R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil).
partido 1% · pessoas 48% · empresas 4% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil33,6%
Materiais impressosR$ 4 mil13,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil6,8%
Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil5,4%
Outras 4 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil41,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO2.317LRubim, Minas Gerais · 68 anos · Branca · Ensino fundamental completo · Administrador · PSB · nº 40 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 2012—LRubim, Minas Gerais · 64 anos · Ensino fundamental incompleto · Administrador · PSB · nº 40 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Prefeito · 2004ELEITO2.786LRubim, Minas Gerais · 56 anos · Ensino médio completo · Presidente da Republica, Ministro de Estado, Governador e Prefeito · PT do B · nº 70 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.