Segundo o Radar do Voto, Dr. Gilson Andrade (MDB) ficou como suplente de deputado estadual por Sergipe em 2026, com 10.040 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Gilson Andrade (Gilson Andrade de Oliveira) disputou 8 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Estância em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014 e 2010; vice-prefeito de Estância em 2004. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SE: 26.170 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SE, declarou R$ 257 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 114 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 360 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 84 mil), militância e mobilização de rua (R$ 51 mil) e publicidade por adesivos (R$ 42 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 204 mil em 2020 e R$ 205 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
10.040 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Gilson Andrade de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 257 mil em receitas · R$ 360 mil em gastos contratados
Dr. Gilson Andrade declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Sergipe em 2006, 2010, 2014 e 2026, e prefeito em Estância (SE) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 257 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 114 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 360 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 84 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 51 mil); R$ 249 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 204 mil em gastos; em 2016, R$ 205 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 257 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 360 milcontratados, parcial; R$ 249 mil pagos
Gastos em 2020R$ 204 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 25% · pessoas 15% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 66 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 19 mil29,0%
Serviços de terceirosR$ 10 mil14,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil12,5%
Publicidade por carros de somR$ 5 mil6,8%
Outras 10 categoriasR$ 24 mil37,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.