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Caio Riela

Foto de Luiz Carlos Repiso Riela
Caio Riela
Luiz Carlos Repiso Riela (nome civil)
9 eleições entre 1994 e 2024 · último partido MDB
66 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Advogado

Caio Riela (Luiz Carlos Repiso Riela) disputou 9 eleições entre 1994 e 2024, para prefeito, deputado federal, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Uruguaiana em 2000; deputado federal em 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por RS: 47.346 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Uruguaiana/RS, declarou R$ 152 mil em receitas: R$ 151 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 65 mil), serviços advocatícios (R$ 34 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 58 mil em 2010 e R$ 10 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

2.317 votos em 2024 (anulados) · 9 eleições

A votação de Luiz Carlos Repiso Riela em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 152 mil em receitas · R$ 150 mil em gastos

Caio Riela declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006 e 2010, vereador em Uruguaiana (RS) em 2008, e prefeito em Uruguaiana (RS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 152 mil em receitas: R$ 151 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 65 mil) e serviços advocatícios (R$ 34 mil). Em 2010, R$ 58 mil em gastos contratados; em 2008, 52% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 152 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 150 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 58 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Uruguaiana (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 152 mil
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 150 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 65 mil43,3%
  • Serviços advocatíciosR$ 34 mil22,3%
  • Materiais impressosR$ 21 mil13,7%
  • Serviços contábeisR$ 9 mil5,9%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 496 lançados como "diversas a especificar" e R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 22 mil14,7%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 58 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 29% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 58 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil31,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil10,9%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 6 mil9,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil5,8%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil42,6%
2008Vereador, Uruguaiana (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 36% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil51,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7006,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5004,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2001,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil34,4%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 87 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 36% · pessoas 43% · empresas 21%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 39 mil47,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil9,5%
  • Materiais impressosR$ 6 mil7,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 6 mil6,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil28,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1994, 1998 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.