Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marlon Santos (Marlon Arator Santos da Rosa) disputou 8 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2018; deputado estadual em 2014 e 2002; prefeito de Cachoeira do Sul em 2004; vereador de Cachoeira do Sul em 2000. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RS: 116.483 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 82,7 milhões empenhados em 31 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 38 municípios; 99% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 50 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 177 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 126 mil) e pessoal (R$ 85 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 206 mil em 2018 (75% com publicidade por materiais impressos) e R$ 119 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
85.911 votos em 2022 (anulados) · 8 eleições
A votação de Marlon Arator Santos da Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2022: R$ 1,1 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos
Marlon Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Cachoeira do Sul (RS) em 2008, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010 e 2014, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 50 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 177 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 126 mil). Em 2018, 75% dos R$ 206 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 70% dos R$ 119 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 1,1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 206 milcampanha encerrada; tudo pago
partido 4% · pessoas 60% · empresas 31% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 149 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 36 mil23,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 28 mil18,7%
Publicidade por carros de somR$ 24 mil16,0%
Encargos sociaisR$ 16 mil11,0%
Outras 12 categoriasinclui R$ 101 lançados como "diversas a especificar" e R$ 6 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 46 mil30,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 82,7 milhões empenhados · 99% pago · 31 emendas em 38 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
Na Câmara dos Deputados, Marlon Santos teve R$ 82,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 31 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 38 municípios. Já foram pagos R$ 82,2 milhões (99%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (71%). As cidades que mais receberam foram Cachoeira do Sul, São Francisco de Assis e Santa Vitória do Palmar.2
EmpenhadoR$ 82,7 milhõesorçamentos de 2020 a 2023
PagoR$ 82,2 milhões99% do empenhado, com restos a pagar
Emendas31individuais
Municípios38diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2023
R$ 32,1 milhões
R$ 32,1 milhões
100%
7
22
2022
R$ 18,4 milhões
R$ 18,4 milhões
100%
5
18
2021
R$ 16,3 milhões
R$ 16 milhões
98%
9
7
2020
R$ 15,9 milhões
R$ 15,8 milhões
99%
10
5
Total
R$ 82,7 milhões
R$ 82,2 milhões
99%
31
38
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 58,8 milhões71,1%
2Encargos EspeciaisR$ 20,4 milhões24,7%
3Segurança PúblicaR$ 800 mil1,0%
Municípios que mais receberam
1Cachoeira do SulR$ 8,2 milhões9,9%
2São Francisco de AssisR$ 2,2 milhões2,7%
3Santa Vitória do PalmarR$ 940 mil1,1%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
8 candidaturas · eleito em 2004, 2014 e 2018
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2022VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO85.911GRS · 47 anos · Branca · Superior completo · Produtor Agropecuário · PL · nº 2234 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2018ELEITO116.483GRS · 43 anos · Branca · Superior completo · Escritor e Crítico · PDT · nº 1208 · ver resultado completo
Prefeito · 2004ELEITO18.315LCachoeira do Sul, Rio Grande do Sul · 29 anos · Superior incompleto · Senador, Deputado e Vereador · PFL · nº 25 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002ELEITO32.845GRS · 27 anos · Superior incompleto · Empresario · PFL · nº 25500 · ver resultado completo
Coligação: PPS / PFL / PT do B
Vereador · 2000ELEITO1.826LCachoeira do Sul, Rio Grande do Sul · 25 anos · Ensino médio completo · Vendedor de Comercio Varejista e Atacadista · PFL · nº 25500 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.