Gilberto Kassab

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Gilberto Kassab
8 eleições entre 1990 e 2026 · último partido PSD
66 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
Candidato a Vice-Presidente · Eleições 2026 · PSD · nº 55
Deferido

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilberto Kassab disputou 7 eleições entre 1990 e 2014, para senador, prefeito, vice-prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de São Paulo em 2008; vice-prefeito de São Paulo em 2004; deputado federal em 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2008, para prefeito em São Paulo/SP: 3.790.558 votos. Em 2026, foi candidato a vice-presidente pelo PSD. Na campanha de 2014 para senador por SP, declarou R$ 15,3 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Partidário, R$ 11,2 milhões de outros recursos do partido, R$ 72 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 1,2 milhão de empresas. Os gastos contratados somam R$ 15,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 milhões), transporte ou deslocamento (R$ 1,2 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 969 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 29,7 milhões.

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Evolução da votação nas eleições

1.128.582 votos em 2014 · 8 eleições

A votação de Gilberto Kassab em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeitoSenadorPresidentevotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 15,3 milhões em receitas · R$ 15,3 milhões em gastos contratados

Gilberto Kassab declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em São Paulo (SP) em 2008, e senador por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 15,3 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Partidário, R$ 11,2 milhões de outros recursos do partido, R$ 72 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 1,2 milhão de empresas. Os gastos contratados somam R$ 15,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 milhões) e transporte ou deslocamento (R$ 1,2 milhão). Em 2008, R$ 29,7 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 15,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 15,3 milhõescontratados
Gastos em 2008R$ 29,7 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Senador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15,3 milhões
6 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 19% · partido 73% · pessoas menos de 1% · empresas 8%
Gasto contratado
R$ 15,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 milhões65,7%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1,2 milhão7,9%
  • Materiais impressosR$ 969 mil6,3%
  • PessoalR$ 879 mil5,8%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 270 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,2 milhões14,2%
2008Prefeito, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29,8 milhões
92 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 96% · pessoas menos de 1% · empresas 4% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 29,7 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 9,9 milhões33,2%
  • Materiais impressosR$ 2 milhões6,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1,6 milhão5,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 milhão3,4%
  • Outras 19 categoriasR$ 15,2 milhões51,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2002, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892