- Serviços de terceirosR$ 232 mil20,6%
- Publicidade por adesivosR$ 134 mil11,9%
- Materiais impressosR$ 119 mil10,6%
- Serviços advocatíciosR$ 100 mil8,9%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 324 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 542 mil48,1%

Segundo o Radar do Voto, Joao Matos (MDB) ficou como suplente de deputado federal por Santa Catarina em 2026, com 25.053 votos, pelo resultado oficial do TSE. Joao Matos (João Marcos Matos) disputou 3 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ibirama em 1996. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por SC: 25.053 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SC, declarou R$ 859 mil em receitas: R$ 750 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 78 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 232 mil), publicidade por adesivos (R$ 134 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 119 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Marcos Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Joao Matos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Santa Catarina em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 859 mil em receitas: R$ 750 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 78 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 232 mil) e publicidade por adesivos (R$ 134 mil); R$ 694 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.