Prof. Danilo

Foto de Jerlley Danilo de Moraes Albarado
Prof. Danilo
Jerlley Danilo de Moraes Albarado (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PC do B
36 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Danilo (Jerlley Danilo de Moraes Albarado) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Porto Grande/AP: 76 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Porto Grande/AP, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil).

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Evolução da votação nas eleições

1 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Jerlley Danilo de Moraes Albarado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Prof. Danilo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Porto Grande (AP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil).

Receitas em 2016R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Porto Grande (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil45,8%
  • Materiais impressosR$ 1 mil31,0%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil22,9%
  • AlimentaçãoR$ 100,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892