Tenente Georges

Foto de Georges Aubert dos Santos Freitas
Tenente Georges
Georges Aubert dos Santos Freitas (nome civil)
2 eleições entre 2014 e 2020 · último partido MDB
42 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Policial Militar
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tenente Georges (Georges Aubert dos Santos Freitas) disputou 2 eleições entre 2014 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por CE: 6.464 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Milagres/CE, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 510, principalmente com serviços advocatícios (R$ 500) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 59% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

8 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Georges Aubert dos Santos Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas · R$ 510 em gastos

Tenente Georges declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2014, e vereador em Milagres (CE) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 510, principalmente com serviços advocatícios (R$ 500) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Em 2014, 59% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 510campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Milagres (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 510
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 50098,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 102,0%
2014Deputado estadual, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 90759,5%
  • Serviços de terceirosR$ 60039,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 181,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892