Chiquinho Motorista

Foto de Francisco Inácio de Oliveira
Chiquinho Motorista
Francisco Inácio de Oliveira (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PSB
53 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Municipal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chiquinho Motorista (Francisco Inácio de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Alumínio/SP: 148 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Alumínio/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 258) e publicidade por adesivos (R$ 234). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 506, 50% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

78 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Francisco Inácio de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Chiquinho Motorista declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Alumínio (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 258). Em 2012, 50% dos R$ 506 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2012R$ 506contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2016Vereador, Alumínio (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 45% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil55,2%
  • Materiais impressosR$ 25810,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 2349,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1536,1%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 47719,1%
2012Vereador, Alumínio (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 506
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 506
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25450,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12624,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8616,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 407,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892